Quanto essa ferramenta é proporcional a revolução que executa?
O mundo contraditório cheio de vícios medievais, estará ao alcance dessa forma conciliadora de unir iguais? músicos e artistas?
Esta canção emblématica, de um tempo iluminado do cinema, do pós-guerra, da crença e esperança que desembocaria em Kennedys, executada por um menino em seu quarto em algum lugar desse planetinha, move alguém? Muda o humano vil e mesquinho?
Tomara, tomara.
http://www.youtube.com/watch?v=MOSFkcrhFfo
http://www.youtube.com/watch?v=i4BYMvVvMg0
http://www.youtube.com/watch?v=I4laOQ4IzaE
1 comentários:
Tomara que o potencial revolucionário do Youtube não se perca entre a gigantesca disponibilidade de conteúdo, em que a quantidade esmaga a relevância.
A união de iguais vira uma massificação em que se disputa individualidade a tapa. O veículo vira obrigatoriedade de divulgação, interesses de mais capazes sobrepõem a união de iguais.
Quanto pessimismo da minha parte.
Tomara que a diversidade no fim mostre que somos iguais, e o Youtube promova ou reflita a unidade.
Vai ser legal se antes disso, tendo um pouco do pessimismo se concretizado, o moleque cante algo que nos apanhe de surpresa e nos mova em direção contrária ao vil e mesquinho.
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